Editora Appris

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Somos editores de livros há mais de 29 anos, e na formação da Appris reunimos nossa experiência editorial ao propósito de oferecer suporte personalizado e individualizado aos autores, além de diálogo e flexibilidade para acolher suas aspirações profissionais e pessoais.A Appris é reconhecida como a primeira e maior editora com aposta conjunta 80/20 do Brasil, pela extensão do nosso catálogo, da nossa equipe, da nossa distribuição e anos de operação, e por realmente realizar a publicação integral das obras.

Com a missão de ser diferencial em qualidade e competência entre as editoras brasileiras, temos obtido cada vez mais sucesso ao sermos escolhidos para publicar as obras de autores consagrados e iniciantes. Oferecemos aos autores tratamento diferenciado e soluções editoriais assertivas.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Apprisyesterday
    Em 2017, a principal obra de Guy Debord, A sociedade do espetáculo (SE), completou 50 anos de sua estreia no mercado editorial. A influência dos escritos debordianos, apresentados nessa primeira edição de 1967, já pôde ser percebida no ano seguinte, durante o Maio de 68. Desde então, as 221 teses, organizadas em nove capítulos, vêm servindo de base para o debate sobre a sociedade capitalista em seu ápice, a sociedade do espetáculo. Mas será que uma reflexão de cinco décadas ainda é válida para pensar a contemporaneidade? Na opinião dos autores envolvidos na obra coletiva A sociedade do espetáculo: Debord, 50 anos depois, ainda há muito para se discutir sobre a SE. Com um texto fugidio e cheio de conexões, Debord impõe uma leitura cuidadosa para que suas referências, não expressas de forma clara, possam ser apreendidas. O presente livro caracteriza-se como um esforço interpretativo e coletivo que, longe de se apresentar como definitivo, propõe-se aprofundado o suficiente para atestar a atualidade de um pensador que sempre figurou, a despeito de sua própria vontade, como vanguardista.

    Além do esforço de interpretar amiúde as teses de cada capítulo da SE, o que é apresentado, respectivamente, em cada capítulo do presente livro, esta obra coletiva também guarda espaço para uma breve reflexão sobre a presença de Debord nos estudos contemporâneos de comunicação, para a conturbada biografia do autor e para uma reflexão sobre a ideia de cultura em Debord. Se o ano de confecção deste projeto marcou o quinquenário da SE, seu lançamento se dá na comemoração dos 30 anos da publicação de Comentários sobre a sociedade do espetáculo (1988), que pode ser entendida como uma espécie de continuação do livro de 1967.

    Com o pretexto das datas comemorativas, convidamos os interessados em compreender melhor o enigmático autor francês à leitura dessa reflexão conjunta, que resulta de mais de uma década de estudos do Grupo de Pesquisa do CNPq Comunicação e Sociedade do Espetáculo.
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    Se você estivesse cara a cara com a morte, o que perguntaria a ela? Em A vida contada pela morte, cada personagem teve sua chance de perguntar o que quisesse e, ainda mais, fazer o seu último desejo antes de morrer. Invertendo o que é de costume nos livros, o protagonista não é um vivo, mas a própria morte, a qual apresenta o seu julgamento de como nós, seres humanos, vivemos. Esse protagonista marcado por um forte tom de sarcasmo garante diálogos filosóficos sem deixar de perder a graça e seu senso de justiça.
    No entanto, apesar de sua frieza, até a morte é tocada por seus sentimentos em determinadas situações: quais situações? Essa resposta o leitor terá que descobrir sozinho. Esta obra, por meio da vida e da morte, apresenta assuntos como a empatia da humanidade, propósito da vida, amor, crueldade e até mesmo Deus e o livre-arbítrio, de forma simples e interessante. Ao leitor recomenda-se uma boa dose de sarcasmo, uma pitada de filosofia, outra de religião, regadas de música clássica e muita reflexão, pois questionamentos não faltarão. Até rimou, e assim me despeço desta sinopse com a certeza de que você está empolgado para conhecer a morte bem de perto, mas logicamente bem vivo!
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    A Teoria Histórico-Cultural, inicialmente desenvolvida por Lev S. Vygotsky no início dos anos 1900, na antiga União Soviética, busca, com o referencial do materialismo histórico-dialético, as origens das formas humanas de comportamento consciente, entendendo-as como desenvolvidas nas relações sociais, permeadas na e pela cultura. Nessa perspectiva, defende-se a importância da apropriação dos conhecimentos científicos para a formação do psiquismo, para o desenvolvimento das funções psicológicas superiores, características dos seres humanos. Com base em tais fundamentos, a teoria possibilita interlocuções entre a Psicologia e a Educação, o que se concretiza no livro Psicologia e educação em diálogo com a Teoria Histórico-Cultural e na defesa da humanização.
    A coletânea tem como objetivo registrar e socializar várias escritas que contribuam para a proposição de uma escola acessível a todas as pessoas e que auxilie no processo de humanização. A publicação reúne 19 produções, entre brasileiras e estrangeiras, que se materializam em ensaios teóricos, experiências e pesquisas desenvolvidos pelas/os suas/seus autoras/es. Focaliza estudos e práticas nos mais diversos espaços em que a Psicologia e a Educação sejam convocadas a intervir na busca da defesa da emancipação humana.
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    A endometriose é uma doença extremamente cruel e avassaladora. Além da dor intensa e do sofrimento físico e emocional, pode gerar inúmeras mutilações às mulheres acometidas.
    No entanto, não é uma doença explícita, pelo contrário, é bem silenciosa e vem de dentro do ventre.
    A doença da mulher moderna. Como se a doença fosse um dos preços a se pagar pela emancipação feminina, pela busca da independência financeira, profissional e, principalmente, pelo empoderamento com relação ao próprio corpo.
    Uma doença sem cura, que na maioria dos casos percorre toda a vida fértil das mulheres.
    Acredita-se que 10% das mulheres do mundo, ainda que em diferentes níveis, tenham endometriose, contudo ela ainda é muito desconhecida e pouco debatida, mesmo pela classe médica. Algo inacreditável nos dias de hoje, porém verdadeiro. O que nos faz refletir: se a endometriose ainda é um assunto tratado de forma tão superficial e distante para a maioria das mulheres, como esse assunto é tratado com os homens?
    Mas, sobretudo: se existem milhões de mulheres com endometriose no planeta, existem também milhões de homens que se casaram com elas. Como esses homens e essas mulheres estão lidando com isso?
    Ao longo destas páginas, o autor se propõe a contar sua experiência pessoal com a doença. Seus dramas, seus encontros e reencontros com sua esposa ao longo de quase 30 anos juntos e, especialmente, como eles vêm superando os dilemas, os desafios e as limitações impostos pela endometriose.
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    Todos os dias, discursos forjados em complexos ideários políticos, identitários e culturais nos atravessam e não passam por nós sem nos afetarem. Mas, na prática, como transpor os limites do incômodo e trazer esses elementos à luz da visão crítica, de modo que eles sejam frutíferos no interior dos debates em espaços de produção do conhecimento? Como uma bússola a orientar o leitor em busca dessa resposta (ou de novas perguntas), a coletânea Língua, Discursos, Relações Étnico-Raciais e de Gênero: questões identitárias e político-culturais é leitura indispensável para quem deseja aprofundar-se em questões centrais e cada vez mais urgentes do nosso tempo, como as reflexões sobre gênero e raça, seus meandros e suas potências.
    Na obra, organizada em três grandes seções, os autores, profissionais da Educação do Instituto Federal Baiano — IF BAIANO, Universidade Federal da Bahia — UFBA e Universidade do Estado da Bahia — UNEB, oferecem uma valiosa contribuição ao debate, a partir da visão de quem vivencia o saber científico em ebulição constante diretamente de uma instituição de ensino. O trabalho toma como base estudos dos campos da Linguística, Letras, Artes e outras áreas, para tratar de temáticas em torno do macrotema de raça e gênero, relacionado à linguagem, às manifestações artístico-culturais e à Educação, resultando em uma imersão que perpassa desde os saberes ancestrais quilombolas às recentes mídias sociais.
    Partindo desse movimento, a persona curiosa do leitor é quem ganha. Ao ter contato com análises dinâmicas e diversificadas, pela ótica de diversas áreas do conhecimento, este livro proporciona uma experiência que pode tanto subsidiar o trabalho de pesquisa e docência quanto amadurecer visões e ideais de vida em sociedade para um público mais amplo.
    Shagaly Ferreira
    Jornalista e mestre em Literatura e Cultura
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Apprisyesterday
    Descubra por que ser uma mulher que se ama é um desafio que beira a impossibilidade. Por que, mesmo ao buscar a liberdade, amor-próprio e autoestima, muitas vezes você se encontra presa em um ciclo incessante de busca por validação externa. Em O Poder libertador de se amar, a autora analisa profundamente como as mulheres são ensinadas a abrir mão de sua criatividade e autenticidade para se conformarem às expectativas alheias, que desejam que elas sejam quietas e obedientes. A obra desperta o desejo de compreender melhor como, sendo mulher, é possível buscar a própria liberdade e realização, apontando toda influência do patriarcado e, especialmente, da relação entre mãe e filha, para traçar um caminho para a libertação da 'síndrome da boazinha' por meio do amor-próprio, autonomia e autoconfiança. Este livro oferece uma visão valiosa para as mulheres que desejam libertar-se da síndrome da “boazinha” e tornarem-se protagonistas de suas próprias histórias. Prepare-se para embarcar em uma leitura que mudará a maneira como você se vê e como enxerga o mundo à sua volta. Esta obra é fundamental para todas as mulheres que desejam reivindicar seu poder e tomar as rédeas de suas vidas.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris5 days ago
    O livro Atendimento educacional especializado na escola comum como ação pedagógica favorecedora da educação inclusiva, aborda a complementaridade do atendimento educacional especializado no contraturno e ressalta a importância de concebermos o atendimento educacional especializado como ação pedagógica inclusiva do docente de Educação Especial, que perpassa os momentos de planejamento educativo com docentes e demais profissionais da educação, a orientação aos familiares dos estudantes e crianças com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, a atuação do docente de educação especial em sala de aula, no intuito de promover, junto ao professor regente, ações inclusivas e a articulação intersetorial dos profissionais que trabalham com os estudantes público-alvo da educação especial.
    Entre os temas abordados no livro estão a sala de aula comum e o atendimento educacional especializado: ação pedagógica, colaboração e acesso ao currículo, contribuição da teorização de Lev Vigotski para os processos de conhecimento na escola comum, trabalho colaborativo no contexto escolar e a complementaridade do atendimento educacional especializado de dois estudantes público-alvo da educação especial.
    Para elucidar o conhecimento complementar do atendimento educacional especializado, a autora primeiramente evidencia as ações pedagógicas inclusivas em sala aula, no turno dos estudantes, para buscar elementos curriculares que necessitam ser trabalhados no contraturno.
    A autora defende o trabalho colaborativo na escola comum como fundamental para as práticas educacionais inclusivas que visam ao acesso ao currículo a todos os estudantes e crianças em sala de aula.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris5 days ago
    A prescrição farmacêutica é o ato no qual o farmacêutico seleciona e documenta terapias farmacológicas e não farmacológicas, bem como outras intervenções, visando a atender as necessidades de saúde do paciente. O farmacêutico prescritor deve ter conhecimentos e habilidades clínicas necessárias para o manejo de problemas de saúde autolimitados.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris5 days ago
    Você costuma ter a sensação de viver em descompasso com o mundo ao seu redor? Apesar de ser uma pessoa muito inteligente, frequentemente se sente inadequada, incompreendida e até mesmo “maluca”? É hipersensível e empática ao extremo, mas muitas vezes se vê tachada de complicada, antissocial ou “sabe tudo”? Questionadora e com uma curiosidade insaciável, você vive com muita intensidade e busca incessantemente enxergar sentido no que faz?
    Você pode ser uma pessoa superdotada.
    Desconhecimento e estereótipos sobre esse fenômeno, entretanto, costumam fechar nossos olhos para essa possibilidade. Mas não se surpreenda se descobrir sua superdotação — ou a de um familiar, um amigo, um colega de trabalho! As pessoas com altas habilidades são uma minoria, mas estão longe de ser uma raridade. Estatisticamente, um em cada 20 indivíduos do seu círculo social pode ser superdotado.
    Com linguagem descomplicada, este livro traz um pouco do vasto conhecimento científico que já existe sobre a superdotação. Em depoimentos inusitados, superdotadas e superdotados falam sobre as dores e as delícias de ser quem são, após terem sido “apresentados a si mesmos” tardiamente.
    Você descobrirá que ser neuroatípico não significa ser nem «gênio», nem «problemático». Muito menos significa ter a vida ganha. É tão somente funcionar mental e emocionalmente de maneira diferente do chamado “normal”. E ser diferente nunca foi fórmula para simplificar a vida. Ao contrário, costuma ser confuso, desconfortável e perturbador.
    Além das próprias “zebras” (termo carinhoso com o qual se identificam os superdotados), familiares, educadores, profissionais da saúde, autoridades governamentais, enfim, todos têm aqui uma ferramenta poderosa para entender o que realmente é a superdotação e como obter o melhor de tanto potencial.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris5 days ago
    Na última década, ganhou força a ideia de que a Educação Financeira é um componente importante na formação do cidadão brasileiro. Essa compreensão impulsionou a reflexão e a pesquisa em diversas áreas, culminando, inclusive, na presença desse tema no currículo escolar do país, conhecido como Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

    A BNCC aponta o professor de Matemática como um dos principais responsáveis por propagar a Educação Financeira na escola, visto que relaciona essa temática às habilidades e às competências matemáticas. Isso faz com que as discussões sobre a Educação Financeira sejam de interesse dessa disciplina e estejam presentes na formação do professor que a ensinará na educação básica.

    Afinal, o que é a Educação Financeira? Por que os brasileiros precisam ter a abordagem dessa temática? Antes, ainda, de qual Educação Financeira precisam? Quais forças e interesses estão por trás desse esforço em fazer dela algo fundamental para a vida em sociedade? Como levar o tema para a escola?

    O livro Uma abordagem crítica da Educação Financeira na formação do professor de Matemática traz algumas respostas para essas questões e discute possibilidades para o trabalho com essa temática nos cursos de licenciatura em Matemática, com futuros professores, na expectativa de que eles cheguem às salas de aula da educação básica com um repertório teórico e crítico para contribuir com a formação de um cidadão livre do aprisionamento financeiro e consciente da importância de valorizar práticas que visem à justiça social.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris5 days ago
    Natasha Sanchez sai de seu País para buscar novas oportunidades e conhecimento em um intercâmbio, na faculdade de Yale em Connecticut, onde é sua nova casa, ela conhece Anastásia, sua colega de quarto, as duas se tornam amigas inseparáveis. Em seu primeiro passeio com a amiga em uma loja, uma velha senhora presenteia Natasha com um misterioso amuleto.
    Wari Gutierrez, um garoto quieto e muito misterioso, começa seu primeiro ano na faculdade. Em um momento Wari salva Natasha de acontecimentos que poderiam levá-la à decadência, isso fez com que seus destinos fossem traçados em uma linha tênue e invisível que os levariam a viver grandes aventuras.
    Após uma mudança drástica em sua vida, Natasha passa a viver todos os dias na companhia de seus dois amigos, Ana e Wari, e com Sisa, uma senhora misteriosa, a qual Natasha já havia conhecido.
    O desfecho dessa história pode levar os jovens a caminhos inesperados e misteriosos, qual a verdadeira ligação entre eles?
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris11 days ago
    O livro narra a história de um menino pobre da área rural do interior do Paraná que alcançou o sucesso na vida profissional com a seguinte frase: “Onde as pessoas viam fracasso eu via oportunidades. " E foi com esse slogan que alcancei meus objetivos. Persistir sempre, desistir jamais. Nascido em berço humilde, entre campos verdejantes e o aroma da terra, vivi meus primeiros anos como lavrador. O sol escaldante e as mãos calejadas eram meus companheiros inseparáveis. Apesar da dureza da vida no campo, sonhava com algo mais, com um futuro que transcendesse os limites da minha pequena aldeia. Aos doze anos, a necessidade me levou à cidade grande. As ruas movimentadas e o burburinho urbano eram um contraste gritante com a quietude da minha terra natal. Tornei-me engraxate, aprendendo a lidar com a disparidade social e a dura realidade da vida urbana. Na cidade grande, observando as pessoas que transitavam na rodoviária de minha cidade, notei que os viajantes gostavam de ler jornais, enquanto esperavam a próxima viagem. Decidi, então, me tornar jornaleiro com o propósito de aumentar a minha renda. A cada venda, a cada notícia compartilhada, sentia-me mais próximo do meu sonho. A jornada foi longa, o menino foi crescendo e os obstáculos foram superados com perseverança e muita fé. O tempo passou e, com ele, a oportunidade de ingressar em uma faculdade de medicina. A jornada foi árdua, marcada por privações e desafios. Mas a perseverança e a paixão pela medicina me impulsionaram a seguir em frente. Após anos de dedicação, finalmente me tornei médico (1979). A emoção de vestir o jaleco branco e poder ajudar o próximo era indescritível. Minha história, marcada por superação e resiliência, é um exemplo de que os sonhos, por mais distantes que pareçam, podem se tornar realidade.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris23 days ago
    Em Educação para mulheres na América Latina: um olhar decolonial sobre o pensamento de Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper, Adriane Lima narra a história de duas intelectuais na América Latina do século XIX. Sua proposta nos liberta, de início, da tendência — quase um fardo — de contar a história da mulher sempre a partir de suas faltas, perdas, impossibilidades, fracassos. Não porque Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper não tenham vivido a parcela de sofrimento dos humanos, e, especialmente, das humanas, num mundo concebido pelos homens e para os homens. Contudo optar por estudar mulheres bem-sucedidas em seu campo de atuação, mesmo sem ainda o idêntico reconhecimento dedicado aos homens, não é abrandar a vigência do patriarcalismo que oprime todas, mas iluminar as “fendas” na modernidade eurocêntrica e fazer ecoar, cada vez mais alto, as vozes silenciadas de outras mulheres e daquelas populações historicamente desumanizadas, os negros e os indígenas.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris23 days ago
    É urgente a necessidade de aumentar a compreensão dos profissionais da saúde, em especial daqueles que lidam diretamente com comportamentos adictivos, sobre a sexualidade, a saúde sexual e reprodutiva, a diversidade sexual, o comportamento sexual de risco (como chemsex), a disfunção sexual e tantas outras interfaces com os usuários de álcool e outras drogas. Assim, este guia com 22 capítulos contou com a participação de especialistas do tema Sexualidade e Dependência Química, tendo sido concebido principalmente para profissionais da saúde (enfermeiros, médicos clínicos gerais, psiquiatras, ginecologistas e urologistas, psicólogos, sexólogos, terapeutas ocupacionais, acompanhantes terapêuticos, educadores físicos, religiosos, conselheiros em dependência química, educadores, entre outros), a fim de que possam pensar na sexualidade de forma mais inclusiva, respeitosa e assertiva dentro de suas práticas de cuidados a usuários de substâncias e estabelecer caminhos de atenção para essa dimensão humana igualmente importante da vida das pessoas. O material traz para o cenário nacional temas ainda pouco abordados da interface sexualidade e dependência química, tais como dependência química e dependência de sexo, parafilias, mutilação genital feminina, bystanders, fluidez de gênero, travestilidade, relacionamentos abusivos, contracepção para mulheres usuárias de substâncias, entre tantos outros.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris23 days ago
    Problemas comuns no ambulatório de Gastroenterologia: como conduzir destina-se basicamente aos alunos da graduação em Medicina, recém-formados e residentes. São apresentados os principais motivos que levam os pacientes a procurarem a consulta ambulatorial gastroenterológica, bem como uma orientação simples e objetiva, mostrando o passo a passo com a conduta a ser tomada no primeiro atendimento e nos retornos, com a avaliação de seu tratamento inicial, a interpretação da propedêutica solicitada e a tomada final de decisão ou o encaminhamento. Este trabalho é resultado de nossa observação no ambulatório de Clínica Médica II (Gastroenterologia) do Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus, da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora — Suprema.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris23 days ago
    Com uma proposta didática baseada em métodos ativos de ensino-aprendizagem, Para Gostar de Química traz um conjunto de situações diversificadas de ensino, como mapas conceituais, problemas que favoreçam a atividade mental, efeito de espaçamento de memória, cartoons, técnica de cloze, jogos, descoberta pessoal guiada, poesia, desafios, reelaboração de conceitos pelo próprio discente, curiosidades químicas, indicações de vídeos, animações e quizzes para complementação de aprendizagem dos conceitos estudados, entre outras, que convida o leitor a participar ativamente dos processos de aprendizagem.
    Uma das estratégias metodológicas utilizada na obra busca despertar emoções como surpresa e humor, que melhoram a concentração, facilitam a formação de novas memórias, além de favorecer a associação entre aprendizado e prazer intelectual.
    As situações-problema foram elaboradas em um nível adequado e crescente de dificuldade, representando desafios transponíveis e consequente sensação de satisfação dos leitores, já que o cérebro libera pequenas quantidades de dopamina, neurotransmissor responsável pela função de recompensa, sempre que solucionamos uma atividade cognitiva desafiadora.
    Para Gostar de Química apresenta uma nova forma de ensinar e aprender Química, que, através de situações de aprendizagens instigantes, coloca o leitor em contato com os conteúdos de forma interativa e lúdica, proporciona um primeiro contato agradável e assim evita a aversão que muitos desenvolvem em relação a esta disciplina.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris23 days ago
    A obra A Clínica Psicanalítica Infantil: Ensaios Clínicos apresenta uma ontologia à formação do sujeito e ao infantil, buscando construir um novo olhar sobre essas questões na contemporaneidade. Um trabalho fruto de debates de psicanalistas sobre a infância e sua relação com a família e contemporaneidade, por meio de um referencial teórico da psicanálise lacaniana. O livro é formado por sete capítulos, os quais apresentam como eixo temático: a mulher e a maternidade; a família e a função paterna; o nascimento do bebê; formação do sujeito; autismos e psicoses infantis; e prática clínica com crianças na contemporaneidade. A perspectiva desta ontologia é trazer à tona o desejo do analista frente a clínica da primeiríssima infância e da infância. Nessa direção, a Clínica Psicanalítica Infantil busca-se apropriar-se das operações precoces, e na trama familiar que se apresenta na cena da clínica do infantil, inscreve-se a aposta no sujeito a partir do continente dado pelo analista e seu não saber. Assim, busca-se refletir o que é o infantil e sua clínica na atualidade, desafios e saídas. Lembrando que não existe bebê, sujeito desejante, sem sua relação com o Outro (função materna) e desdobramentos do Nome-do-Pai.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris23 days ago
    O livro Psicologia do testemunho: a relação entre a prova testemunhal no processo penal e as falsas memórias busca demonstrar a importância da prova testemunhal no processo penal, levando em consideração a sua subjetividade e as intercorrências a que está sujeita, relacionando a aludida prova com a ocorrência do fenômeno das falsas memórias. Em que pese a importância da prova testemunhal no processo penal, a testemunha pode sofrer influências prejudiciais pela ação do tempo, uma vez que a memória se distancia da reprodução da realidade, tendo em vista que está sujeita à inúmeras interferências. Com isso, a testemunha, no momento em que prestar depoimento, pode narrar acontecimentos que não foram efetivamente vivenciados, e este fenômeno é chamado de falsas memórias. Estas, apesar de não corresponderem a uma experiência direta do indivíduo, representam a verdade como eles a lembram e acreditam, podendo surgir espontaneamente ou por influência externa, fazendo com que o indivíduo se recorde de informações inverídicas. Dessa forma, as falsas memórias comprometem a qualidade da prova testemunhal, independentemente da fase processual em que se encontra a demanda, seja no depoimento em inquérito policial ou na oitiva como testemunha no processo, principalmente quando a colheita dos testemunhos é realizada após um decurso considerável de tempo dos fatos. Assim sendo, diante da relevância da prova testemunhal no processo penal e o seu expressivo grau de subjetividade com relação aos aspectos internos e externos que podem interferir nos testemunhos, é importante analisar quais são os mecanismos e métodos que podem ser utilizados no processo penal para diminuir a insegurança inerente a esse tipo de prova, possibilitando a garantia do pleno exercício da justiça.
    Editora Apprisadded a book to the bookshelfEditora Appris23 days ago
    No livro anterior de Paulo Souza, o leitor teve a oportunidade de conhecer o mundo ¬fictício de Tabuvale, a sua geogra¬fia inóspita, os enigmáticos sussurrantes, a luta árdua pela sobrevivência travada por suas criaturas viventes, seus misteriosos seres mal-assombrados e fantasmagóricos, a magia de cada regato e morro, cada tabuleiro e capão de mato. Além disso, o leitor pôde se encantar e se fascinar com o poder amedrontador dos quatro Visões, os deuses supremos de Tabuvale. O Pesadelo, o Visão dos sonhos e protetor da mente; o Assobiador, o Visão da noite e protetor das trevas; a Visagem, o Visão do dia e protetor da luz; e o Malino, o Visão dos ares e protetor dos seres mal-assombrados.
    Agora, no livro Cria, é chegado o momento tão esperado de o leitor conhecer um pouco mais sobre a mitologia rica e fantástica de Tabuvale. Em oito estorietas, o autor apresenta oito crias dos Visões, duas para cada uma das quatro deidades. Esses ¬lhos poderosos dos Visões são mandados para os tabuleiros e capões de mato de Tabuvale para interferirem diretamente na vida de cada criatura vivente. O povo mais velho sempre tem uma estória para contar sobre uma cria que chega e provoca uma carni¬ficina por onde passa. As crias são a prova mais evidente de que os Visões, ao mesmo tempo, amam e odeiam os homens na mesma medida. Aqui está um delicioso convite para o leitor mergulhar com mais profundidade no mundo divino dos Visões e suas crias.
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    Na obra Ciência e Verdade, o autor analisa o conceito de verdade na Ciência (em especial na Física), e suas relações e implicações para o Ensino de Física e Ciências. Mostra que a discussão do conceito de verdade científica amplia o debate sobre a Física, e as Ciências em geral, uma vez que abrange aspectos relacionados à evolução dos conceitos, aspectos históricos, filosóficos, sociológicos e epistemológicos, e contribui para a formação de uma concepção de ciência menos dogmática.
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